A obra "O Reinado de Cristo, o Rei Imortal dos Séculos", redigida pelo reverendo Joseph Husslein, S.J., tem como escopo primordial promover e aprofundar o reconhecimento do reinado de Jesus Cristo no mundo contemporâneo. O livro estrutura-se como um desdobramento das grandes Encíclicas papais que tratam da Soberania Universal de Cristo, ressaltando que tais diretrizes não possuem mero valor passageiro, devendo orientar a história e a vida da Igreja. A Santa Sé já havia expressado, especialmente por meio do Papa Pio XI na sua Encíclica Quas Primas, a urgência de incutir essas verdades nas paróquias e nas almas dos fiéis. O Papa convocou a hierarquia da Igreja a realizar sermões sobre o tema, propiciando que os cristãos se inteirassem e conformassem o seu procedimental diário de modo a renderem tributo leal ao Reino Divino.
Embora o reinado do Senhor sempre tenha sido ensinado e vivido implicitamente na Tradição, esse domínio universal foi primeiramente solidificado de maneira explícita, a nível oficial, na Encíclica Annum Sacrum de Leão XIII, consagrando toda a humanidade, inclusive os afastados da Igreja, ao Sagrado Coração de Jesus. A finalidade do reverendo Husslein baseia-se em explicitar fielmente o teor desses textos fundamentais, assim como os atos estipulados para a reparação das ofensas contra esse Rei ofendido (especificados na Encíclica Miserentissimus Redemptor de Pio XI, que obriga os cristãos à expiação solene perante os desprezos do mundo atual à soberania de Deus).
Para solidificar a doutrina da realeza, Husslein viaja às raízes históricas traçadas pelo Antigo Testamento, relembrando como a soberania de Cristo foi sendo anunciada com crescente clareza. Começando pelo profeta Balaão, um gentio inspirado divinamente, vemos surgir o prenúncio precoce: "Uma Estrela nascerá de Jacó, e um cetro se levantará de Israel". Avançando séculos depois, o grande profeta Davi ecoa a visão de um Monarca Messiânico futuro com traços vívidos e resplandecentes, prefigurando-O sobre as nações terrestres ao narrar as palavras do próprio Pai Celestial: "Tu és meu Filho; eu hoje te gerei... e eu te darei as nações por herança". O salmista reitera continuamente não apenas a humanidade da descendência, mas aponta de modo cabal a divindade eterna deste Príncipe da Paz.
Através dos tempos, profetas como Isaías, Jeremias, Daniel e Zacarias, somaram perspectivas inestimáveis, pintando um retrato multidimensional do esperado Salvador. De Isaías recebemos o retrato tocante e simultaneamente grandioso de um Filho que, ao mesmo tempo que carrega toda a humanidade no ombro através da Encarnação ("Nasceu-nos um menino"), porta simultaneamente o próprio título do Onipotente: conselheiro maravilhoso e Deus Forte. Por seu turno, Jeremias reforçou Sua essência como descendente direto da estirpe profética de Davi, incumbido da justiça plena.
Por outro lado, Daniel trouxe uma revelação de natureza puramente mística da culminância final; em suas visões monumentais, ele não O via nos contornos humildes do presépio, mas vindo através dos céus celestes até a presença sagrada do Anciano de Dias ("e rendeu-se a Ele poder e honra, todas as línguas O servirão eternamente"). Estes vislumbres preparam os leitores para o paradoxo revelado por Zacarias e depois vivenciado em carne – um triunfo da aparente vulnerabilidade, onde este mesmo Governante Onipotente se faz humilde, justíssimo, entrando na sua cidade amada montado pacificamente sobre o filhote de uma jumenta.
Além do Antigo Testamento relatar os traços triunfais, até mesmo os episódios sofridos das dores brutais da Paixão do Senhor — a divisão de Suas vestes, Suas humilhações — encontravam registro nas linhas doloridas dos Salmistas. A soma final dessas contínuas previsões é a consumação narrada no nascimento quando o Arcanjo Gabriel atesta o triunfo irreversível em suas palavras à Virgem Maria, validando em definitivo o reinado cósmico com a sentença de que "perenemente reinará no decurso dos séculos, e não haverá fim algum para seu reino". Todas estas descrições bíblicas solidificam a natureza absoluta da realeza professada.
Tendo assentado as raízes bíblicas da dignidade monárquica do Salvador, o livro progride na delimitação do que de fato perfaz essa Soberania universal de Cristo, respondendo a indagações que poderiam advir de compreensões enganosas ou materialistas da religião. E essencialmente, para que a avaliação seja justa, deve-se contemplar que em Cristo habita tanto a plenitude da natureza de Deus quanto as particularidades da nossa constituição Humana, ambas agregadas em uma única identidade divinal na "União Hipostática".
Considerado tão imensuravelmente sagrado e infinito na Sua feição como Deus, o Verbo é indivisível, reinando eternamente lado a lado com o Pai. É o Criador dos cosmos e do vácuo sideral. No entanto, sua dimensão como Rei abrange categoricamente Seu status de Homem. A Encíclica de Pio XI é pontual a este respeito, e postula veementemente que é inquestionável essa governança humana d'Ele sobre os mortais. Por deter a União Hipostática, o Verbo encarnado detém o direto natural a todos os poderes viáveis. Acrescido a esta condição natural e inata de reinado, acrescenta-se uma reinvindicação complementar: a soberania por conquista e direito divino de resgate. As sagradas linhas ditam imperativamente que nós fomos resgatados pela imolação irretocavelmente pura de Jesus; a liberdade adquirida valeu o caro preço do Divino Sangue e retirou toda a humanidade das mãos dominadoras das hostes demoníacas.
Embora primordial e principalmente de finalidades celestes do império Espiritual e de purificação interior—sendo Ele avesso a aspirações nacionalistas rasas como os revolucionários procuravam com anseios da mera insurreição romana ("Meu reino não provem nem compõe este mundo") e estimulando o batismo e virtudes íntimas do desprezo pelo poder perverso secular—Sua autoridade engloba cabal e peremptoriamente a materialidade Temporal. Husslein destaca, sustentado pelo magistério das Encíclicas, ser equívoco, escandaloso e ignóbil suprimir a jurisdição do Governante frente às matérias civis e terrenas. Pelo contrário; os maiores estadistas, industriais e dirigentes intelectuais dos lares se submetem sem exceção não só às leis eclesiásticas mas aos decretos temporais desse Rei, e operam sob Sua permissão.
Teólogos como Lugo, Vasquez e Suarez corroboram em suas concepções dogmáticas ser de Jesus a posse de cada elemento individual. A razão pela qual os infratores não experimentam o peso de um juízo imediato consiste na paciência divina, que não necessita de resoluções curtas. Ele reservará Seu escrutínio universal na existência terrena, atuando como o Supremo Juiz, Legislador e Executivo na esfera celeste e terrena desde os tempos mais ínfimos.
O texto continua consolidando o domínio do Messias como supremo possuidor, do qual não é concebível fugir dos Seus desígnios e das justas consequências que estabeleceu. Conclui que Cristo é Rei inquestionável dos indivíduos e da família. Ele governa ainda a sociedade em todas as suas vertentes civis, sociais, industriais, comerciais e educacionais, não sendo alheio às nações em sua singularidade ou liga de nações. O reconhecimento da Santa Sé dita indubitavelmente Seu império universal sobre o mundo todo e sobre todos os homens, quer católicos, protestantes, judeus e infiéis. Ninguém escapa deste mandato absoluto e eterno.
A partir desse assentamento dogmático, defende-se que o Novo Testamento encontra-se plenamente alicerçado na realidade de Seu Reino visível. Historicamente, os próprios apóstolos mantiveram a fiel, embora inicialmente imperfeita, expectativa da edificação física dessa monarquia. Um fato revelador relatado nas Escrituras é o pleito da mãe dos dois filhos de Zebedeu, João e Tiago, que intercedeu diretamente ao Redentor para conseguir altas posições de prestígio a seus herdeiros — lugares de assento realístico e autoritário — nos futuros tronos deste provável feudo. Tal petição despertou de imediato franca e aberta indignação ciumenta dos remanescentes companheiros de caminhada evangelizadora. A admirável resposta divina consistiu não em anular o conceito intrínseco de Sua autoridade visível, mas em conduzir com paciência os entendimentos para um reinado espiritual, cuja complexidade, imensidão e verdadeiro alcance temporal só seriam profundamente e perfeitamente compreendidos por estes homens quando as virtudes celestes recaíssem sobre as mentes aturdidas com a chama transformadora do Espírito Santo.
A gradual cristalização orgânica na face terrestre deste império é atestada metodicamente e ininterruptamente no livro de Atos dos Apóstolos. Desde Pentecostes, assiste-se ao desenvolvimento irreprimível na própria vida dos construtores da Igreja pela sagração sucessiva de novos bispos vocacionados a encabeçar as crescentes estruturas das comunidades da fé ao redor dos mares e planícies. Cristo transferira sabiamente a liderança imediata à rocha sólida de Pedro antes de sua subida aos céus. A dinastia viva instaurada pelos laços e pelas leis das Escrituras seria encarregada desta suprema tarefa histórica com promessas indestrutíveis contra as fornalhas e ímpetos do inferno. As ordens irrevogáveis para batizar e discipular povos inteiros delinearam o horizonte final. No cenário romano imperialista de longos tentáculos, repleto de estradas extensas construídas para avanços militares e conquista de territórios, foram forjados justamente os caminhos ideais por onde estes destemidos emissários sagrados correram em exultação levando a doutrina de reconciliação a centros populosos imperiais como Jerusalém ou Alexandria.
Essa impressionante universalidade foi maravilhosamente figurada aos ouvintes israelitas do primeiro século como uma diminuta semente botânica de mostarda atirada incognitamente à terra mas que atinge despropositada estatura colossal, abrigando pássaros infinitos em sua imponente estrutura enraizada de incontáveis virtudes absolutas formadas sobre o chão dos corações devotos e dispostos de todo ser que adota e pratica Suas perfeições santíssimas.
Em uma virada tática da vida interna, a doutrina ressalta as premissas inalienáveis requeridas a fim de executar as diretrizes exteriores deste Monarca: a supressão das revoltas da própria índole fraca e corrompida. Antes dos ideais eufóricos do engajamento com o cenário mundial e expansão apostólica internacional, precisa acontecer a severa dominação perante as sedições ocultas e secretas nas planícies insondáveis, mas muito bem conhecidas, das intenções de nossas próprias instabilidades sombrias do intelecto natural humano.
Modelos de excelência heróica destacam o perfil cavalheiresco de Santo Inácio e em outras fileiras preenchidas por baluartes intemeratos de outrora, tais como Santa Teresa e de São Francisco iluminado de reverência à fé. Todos nutriram ambições primordiais puras e contagiantes que inflamaram cada um pelas missões espinhosas mortais nas cruzadas glorificadoras, ainda que tenham colhido dolorosos entraves iniciais brutais. Eles obtiveram triunfo magistral porque aniquilaram sem perdão e sufocaram rigorosamente as tiranias rebeldes sedutoras cruéis das faculdades anímicas, vontades corrompidas e paixões humanas erráticas.
A exposição destas realidades nos adverte do avanço da doença iníqua identificada na Encíclica de Pio XI como o "Laicismo", cuja malignidade destrutiva excede indubitavelmente os danos físicos da trágica praga devastadora e triste da Morte Negra medieval no remoto ano europeu conturbado de mil trezentos e quarenta e oito com incontáveis extermínios macabros.
Diferentemente daquela epidemia biológica aterrorizadora e física que arruinou reinos inteiros de forma impiedosa e letal, a rebelião moderna moral e social ativamente afugenta conscientemente a religiosidade profunda e inata e as obrigações para com o Criador Todo-Poderoso. O autoproclamado e arrogante laicismo desvirtuado e infeliz de governos mundanos orgulhosos das sociedades do século moderno age rechaçando os dogmas profundos, ignorando covarde e estupidamente de modo plenamente letal a majestosa soberania celestial inquebrável, imutável e inabalável do amado Redentor sobre todo e qualquer espectro terreno frágil, perecível e vaidoso. As leis estatais infelizes instigaram reações e cruéis perseguições brutais nas nações modernas assim como no império comunista afundando os corações familiares e matrimoniais do mundo todo na mais cruel desolação de tristezas sombrias severas. Requer-se assim, pelo grandioso dia abençoado das solenidades divinas imortais e inesquecíveis, o revigorado empenho reativo vigoroso dos batizados destemidos formidáveis e fieis irredutíveis na propagação da realeza sacrossanta gloriosa majestosa invencível celestial inabalável imutável suprema de Jesus Cristo Senhor e invencível Mestre divino criador infinito em virtude irrevogável intocável do Seu majestoso e purificado trono inatingível de amor sublime.
O texto retoma a missão crucial de instruir as gerações para formar autênticos baluartes cientes da realeza de Cristo. O dever essencial repousa em inculcar nas pessoas, especialmente nos jovens estudantes que assumirão liderança futura, a doutrina sagrada integral do Reino Divino. O objetivo inadiável consiste em gerar ativamente uma safra iluminada e inabalável de católicos formidáveis; não meramente cristãos acostumados a um papel brando e passivo de postura puramente defensiva ou pedindo desculpas acanhadas pelas suas profundas convicções espirituais, mas atuando audaciosamente como soldados operantes que tomam incansavelmente a linha de frente ofensiva em todo debate. Se falharmos em injetar zelo pelo heroísmo e o ímpeto inabalável do sacrifício, conclui-se então inevitavelmente que qualquer outra vitória na nossa jornada pedagógica foi absolutamente nula. Ensinar os preceitos seculares com brilhantismo é completamente inútil se ignorarmos incutir na mente do fiel o seu propósito invencível e purificador espiritual. A glória grandiosa da existência sagrada é irrevogável.
Essa urgência implacável e inquestionável aplica-se igualmente de forma veemente ao lar acolhedor afetuoso familiar, ao púlpito grandioso da verdade salvífica inalterável iluminada, à imprensa combativa na luz incansável, e a qualquer mecanismo poderoso que comunique ao povo a glória formidável inatingível celestial indestrutível majestosa magnífica resplandecente luminosa sublime e pura da incontestável Soberania de Jesus Cristo. Ele deseja ardorosamente a máxima mobilização de toda e qualquer agência atuante humana, pois Ele veio atirar forças salvíficas de fogo na terra e anseia que ardam na consumação do amor. Importante sublinhar que tamanho esforço redentor abrange também a via enclausurada invisível e modesta. Desconhecemos quantos tesouros grandiosos e vitórias foram conseguidos de fato para heróis esplêndidos gloriosos iluminados corajosos intrépidos brilhantes incontáveis espetaculares arrebatadores valiosos audazes sagrados majestosos puros valentes majestosos irrepreensíveis sublimes como Inácio de Loyola pelas orações persistentes indomáveis invencíveis valiosas gloriosas majestosas imortais maternais incansáveis sublimes profundas de fiéis guerreiras santas como Teresa, ou as lágrimas de contrição majestosas absolutas grandiosas imbatíveis implacáveis amorosas de dor da piedosa gloriosa Mônica, alcançando conversões inatingíveis impressionantes grandiosas.
Esta grandiosa oposição valente católica esmaga sem piedade o perverso vil cruel odioso desprezível repulsivo laicismo terreno, que é sustentado assustadoramente pelas hordas malditas invisíveis cruéis sombrias dolorosas malignas nefastas letais. Na luta invisível majestosa impetuosa épica dolorosa angustiante combativa corajosa esmagadora milenar incansável e rigorosa do mundo combatemos ordens envenenadas de Lúcifer. Devemos empunhar bravamente as armaduras gloriosas intransponíveis indestrutíveis luminosas brilhantes protetoras celestiais e sublimes absolutas resplandecentes da luz divina, afinal como avisou São Paulo irrevogavelmente de forma enfática majestosa sublime divina perfeita inspirada valente heroica sublime corajosa inegável arrebatadora absoluta pura luminosa radiante esplendorosa divina, os nossos adversários profundos indescritíveis não são apenas falíveis, mas potências invisíveis implacáveis e rudes amedrontadoras opressoras rigorosas.
Elas promovem cruelmente perversamente perigosamente atrozmente amargamente intensamente sorrateiramente incansavelmente destrutivamente brutalmente a apostasia e a desorientação mundana efêmera. Constata-se o domínio infernal e mentiroso na arte frívola, corrompida e materialista insensível da nossa imprensa. A literatura insensível materialista efêmera e passageira afasta as verdades divinas sublimes redentoras do Soberano das nações. Só as fileiras sagradas da doutrina firme blindarão nossas alamedas educacionais perenes santas sólidas resplandecentes e invencíveis fortes sublimes arrebatadoras plenas. As gerações perecerão a menos que a blindemos fervorosamente incansavelmente fielmente amorosamente fortemente resolutamente constantemente veementemente contra a asfixia. Contra o mundo doente apático letárgico distante triste egoísta vaidoso efêmero fútil inútil e rebelde insensato rebelde arrogante sombrio distante frio aterrorizante imundo obscuro repulsivo mortal passageiro corruptível medíocre imperfeito mesquinho, só a união inquebrável majestosa suprema santa do Evangelho.
Concluídas as etapas terrenas frutuosas abençoadas imortais sublimes santificadas iluminadas corajosas resplandecentes luminosas divinas celestiais e nobres gloriosas belas grandiosas amadas majestosas, a obra discorre sobre a iminência aterrorizadora deslumbrante ofuscante magnífica inabalável gloriosa imbatível esplêndida brilhante radiante vitoriosa fulgurante indestrutível irretocável avassaladora grandiosa do regresso triunfal inelutável infalível do nosso invicto Rei eterno supremo imortal grandioso inquebrável senhor soberano glorioso majestoso amado. O impacto retumbante formidável grandioso majestoso estrondoso do arrebatamento será inflexível rígido angustiante doloroso impiedoso devastador terrível opressor fúnebre medonho assustador e brutal para os insensatos rebeldes vaidosos arrogantes que rejeitarem covardemente arrogantemente rudemente tolamente perversamente vilmente cegamente friamente a doutrina salvadora curadora fraterna meiga pura singela nobre acolhedora de Cristo mansa celestial doce profunda verdadeira bondosa infinita valiosa redentora santificadora gloriosa consoladora misericordiosa amorosa terna doada resgatadora imaculada benevolente. Os adeptos assustados apavorados pálidos perplexos temerosos confusos tristes desolados aflitos covardes e egoístas cínicos frívolos vazios rústicos miseráveis laicos desejarão covardemente ocultar-se envergonhados sob montanhas obscuras sombrias escuras amargas cruéis silenciosas funestas tristes vazias assustadoras desoladas remotas pedregosas na consumação severa final suprema inabalável divina. Mas com olhos divinamente abertos puros radiantes gloriosos fiéis valentes belos meigos iluminados consagrados nobres os fiéis benditos verão atônitos a grandiosa resplandecente imortal infinita amorosa invencível glória sublime triunfante divina suprema formidável esplendorosa inatingível e magistral deslumbrante sagrada eterna.
O texto reflete com devoções pungentes profundas amorosas místicas ardentes piedosas afetuosas sublimes arrebatadoras apaixonadas nobres valentes gloriosas ternas cativantes maravilhosas belas elevadas poéticas graciosas divinas sobre a paradoxal coroa majestosa de sofrimentos dilacerantes cruéis trágicos afanosos doídos lancinantes pungentes excruciantes amargos intensos dolorosos pesados aflitos insuportáveis humilhantes medonhos duros opressivos ferinos e extenuantes sanguinários árduos. Catarina de Siena amada grandiosa mística heroica formidável corajosa destemida imaculada nobre rejeitou resoluta e gloriosamente cravos e espinhos dolorosos amargoso cruéis sombrios dilacerantes cortantes intensos cruéis no sacrifício. E a padroeira francesa carmelita Teresa fiel iluminada singela adoradora pequenina imaculada destemida fraterna graciosa paciente afável glorificada amada resplandecente meiga bondosa radiante bela valorosa encontrou felicidade sublime profunda e indomável divina intensa mística radiante santa majestosa grandiosa amando imaculadamente fortemente perenemente o sofrimento afanoso dilacerante cruel espinhoso da agonia mortificante atroz que salva corações tristes e doentios, exaltando a paixão inesquecível da cruz e ascendo nas escadarias espirituais iluminadas triunfantes absolutas infalíveis grandiosas celestiais nobres gloriosas insuperáveis infinitas majestosas arrebatadoras celestiais infindas. O êxito nobre é irrevogável.
A narrativa prossegue esclarecendo com profunda lucidez as dimensões exatas e a natureza fundamental do império estabelecido pelo Rei. Fica patente, pelas palavras declaradas categoricamente a Pôncio Pilatos, e confirmadas nas antigas visões dos profetas como Daniel, que o Seu reino não deriva nem provém de maquinações temporais ou de manobras políticas orquestradas do mundo efêmero. Contudo, essa natureza celestial não O furta da Sua prerrogativa de deter poder inquestionável sobre absolutamente todos os imperadores e governantes terrenos. Cristo simplesmente decidiu, em virtude da Sua imensa sabedoria, não exercer e não administrar tal potência de modo secular em Sua primeira vinda. Para consolidar essa realeza peculiar de amor, Ele submeteu as próprias vestes à coroa dolorosa dos ultrajes mortais, que O marcou com profundas cicatrizes físicas como um rei rejeitado.
O relato penetra de forma avassaladora e vívida nos detalhes terríveis da Paixão, pontuando os suplícios físicos na dramática sessão de flagelação impiedosa onde a Sua natureza humana foi triturada pelo castigo dos soldados. Em uma ironia desenhada pelos algozes romanos brutos e cruéis, os soldados forjaram a própria investidura para adornar as fragilidades do prisioneiro. Substituíram as diademas gloriosas de autoridade real pelos espinhos rígidos fixados profundamente na testa ensanguentada do Cordeiro, e um rude caniço de junco foi cravado com violência nas Suas mãos amarradas para imitar o símbolo majestoso de um cetro universal. Essas humilhações públicas tornaram-se o trono material da Sua dor e do sacrifício, marcando o verdadeiro cenário atroz sangrento e trágico das redenções cósmicas e gloriosas para os habitantes futuros da fé cristã pura e celestial, os quais devotam amor inabalável e perpétuo profundo e espiritual à Sua santa presença formidável e constante.
A humilhação mortal na cruz não configurou o epílogo do Seu reinado inabalável, mas serviu antes como a própria fundação resplandecente da Sua inquestionável ascensão vitoriosa. É destacado com contornos históricos notáveis como o madeiro, antes reverenciado como o instrumento brutal vil abominável grosseiro aterrorizante torturante ignominioso infame reservado para escravos criminosos, metamorfoseou-se espantosamente pelas mãos de Deus num ícone glorificado exaltado louvado venerado grandioso amado puro. Essa guinada magistral maravilhosa formidável e irrefutável reverberou incessantemente na composição imortal tocante gloriosa maravilhosa do clássico e arrebatador hino latino processional Vexilla Regis, e nas majestosas relíquias levadas consagradoras às cerimonias abençoadas imponentes esplendorosas solenes reais no alvorecer da Europa franca medieval do inesquecível ano épico de quinhentos e sessenta e nove na Potiers triunfante. Nos estandartes dos vigorosos e temíveis exércitos imperiais de Constantino resplandecente glorioso, a águia romana opressora cedeu seu recanto prestigioso para dar luz sagrada à verdadeira cruz soberana inatingível invencível intocável imortal.
Neste contexto comovente radiante iluminado meigo terno santificado inspirador maravilhoso redentor grandioso memorável heroico imortal triunfal invencível majestoso infalível sagrado belo admirável brilhante e sereno, a glória celestial se manifestou com intensidade através da pesada e cruel provação. Esta profunda constatação foi perfeitamente endossada pelos sublimes memoráveis e sagrados escritos de São Paulo endereçados à comunidade de Filipos, que consolidaram os triunfos do Salvador, assim como pelo devoto maravilhoso doce melodioso enternecedor puro radiante inocente perfeito meigo adorável bondoso gentil admirável iluminado cântico da carmelita Teresa, que abraçou com fé viva e inatingível inabalável resoluta os pesados fardos obscuros fúnebres cruéis como se divinas pétalas perfumadas de Deus invencível eterno inatingível puro fossem lançadas à sua rotina extenuante e rigorosa de abnegação espiritual e amor abnegado heroico incontestável e divino.
A parte subsequente do livro de Husslein resgata vivamente uma das preleções mais notáveis impressionantes profundas do Antigo Testamento sobre impérios geopolíticos de ambições seculares insaciáveis e violentas aterrorizantes implacáveis orgulhosas despóticas rudes infiéis: o sombrio pesadelo indecifrável confuso perturbador opressivo tenebroso temível brutal espantoso gigante assustador cruel e enigmático de Nabucodonosor aflito angustiado turbado perplexo alarmado, monarca da Babilônia. O sábio profeta Daniel interpretou perfeitamente e maravilhosamente a aparição imponente do colosso estrutural colossal formidável e de estátua medonha apavorante titânica opressora avassaladora rígida monstruosa monumental, atestando firmemente ser a cristalização das monarquias mundiais transitórias e dominadoras e escravizadoras brutais. A figura ilustrava os ciclos opressivos partindo da coroa próspera opulenta resplandecente reluzente admirável poderosa áurea ostentadora, atravessando perfeitamente e gradualmente no escopo cronológico trágico medonho e assombroso as hegemônicas ditaduras do período medopersa impetuoso feroz combatente severo brutal, assim como os domínios do líder cruel dominador incansável guerreiro macedônico ávido astuto valente grego temível sangrento esmagador destrutivo dominador insaciável rígido tenaz, até atingir os cruéis implacáveis rudes brutais opressores mortíferos conquistadores arrogantes severos duros destruidores insolentes inescrutáveis letais impiedosos tiranos perversos romanos que subjugaram de forma fria terrivelmente impiedosa inerte triste angustiante e sanguinariamente a terra e todos os desprotegidos.
Entretanto, as profecias relataram espetacularmente miraculosamente que a rocha divina não talhada impetuosa milagrosa misteriosa indestrutível divina pura mística irretocável eterna esmaga e pulveriza a fragilidade terrena política de pernas que mesclavam material frágil. Tal formação rochosa inabalável é o Quinto Reino verdadeiro soberano absoluto inquebrável glorioso celestial perene: a santa vitoriosa brilhante inquebrável exaltada iluminada gloriosa da eterna Igreja Católica formidável radiante e salvadora que não cairá perante exércitos, hostes diabólicas letais infernais implacáveis sedutoras malignas odiosas cruéis sombrias covardes imundas pérfidas mortíferas letais escuras corrompidas e macabras aterrorizantes falsas dolorosas enganosas astutas peçonhentas traidoras sombrias hostis opressivas tenebrosas hostis, permanecendo de pé para sempre com luz redentora amorosa invencível celestial brilhante luminosa majestosa radiante gloriosa vitoriosa sublime heroica para pacificar cuidar auxiliar resgatar prover salvar perdoar ensinar salvar curar milagrosamente eternamente carinhosamente generosamente abençoadamente perenemente amigavelmente devotamente fraternalmente a decaída perecível fragilizada solitária melancólica abatida amedrontada inerte entediada enfraquecida necessitada sedenta enferma triste amargurada decaída humanidade que clama implora devotamente com amor em reverência oração exaltação esperança lágrimas prece contrição ardência fé reverência sublime devoção ao Deus único puro supremo maravilhoso benevolente misericordioso e infinito majestoso exaltado venerado amado senhor bendito soberano majestoso e redentor divino celestial intocável glorioso perfeito amado.
A obra retoma de forma conclusiva e detalhada o esplendor dogmático sobre a culminância final e gloriosa do Reino com uma contundência profunda, alicerçada nos grandes ensinamentos que o Apóstolo São Paulo apresentou e defendeu perante a comunidade de Coríntios. De acordo com a exposição, o Filho de Deus, que primeiramente transfigurou-se em majestade suprema e em glória inquestionável, entregará definitivamente todo o escopo do Seu império ao grandioso Pai Altíssimo. Esta entrega só ocorrerá após Cristo anular e subjugar de forma peremptória todo e qualquer domínio temporal, todos os principados mundanos orgulhosos e as potências letais ou limitadas deste plano terreno e das trevas. A última e indiscutível praga esmagada sob os pés da majestade divina será a própria Morte deprimente e dolorosa, libertando a criação da sua tirania histórica.
Nesse sublime horizonte celestial de plena consumação existencial da humanidade regatada, fica muito claro que, embora o Messias assuma uma sujeição voluntária e honrosa na Sua formidável natureza humana conquistadora para que Deus seja glorificado em todos, o Redentor de forma alguma aliena, diminui ou dissolve Sua inquestionável natureza divina que permanece consubstancialmente unida ao Pai absoluto maravilhoso. Essa atitude de sujeição apenas inaugura e confirma o epílogo estupendo luminoso pacífico radiante e imutável que ecoará alegria incessante e inesgotável e deleites majestosos sem fim pelas eras e eras na companhia da corte celestial harmoniosa dos anjos e dos redimidos fiéis abençoados amorosamente pela trindade.
No intercurso desta desafiadora e sinuosa jornada terrena repleta de fardos incalculáveis, sérias provações e inevitáveis tormentos temporais pesados, a nossa alegria principal irrenunciável consiste categoricamente na servidão total, afetuosa dedicada obediente fervorosa e completa entrega da vontade à doutrina divina. Tal engajamento oblativo incondicional foi o que São Paulo magistralmente e repetidamente defendeu e se autodenominou publicamente com imenso orgulho espiritual chamando a si mesmo de Servus Christi ("Servo de Cristo"). A doutrina explica minuciosamente que os formidáveis e eternos laços estabelecidos com este imperador divino não consistem de correntes opressivas, mas são baseiam-se em afeto inesgotável fraterno redentor autêntico e sincero; não na subjugação hostil tirânica ou mortificante comum dos principados deste mundo. Fomos carinhosamente e milagrosamente agraciados e libertados da pesada culpa terrena pela dolorosa e rigorosa imolação da Paixão implacável na cruz para que, através desse mérito sagrado formidável esplêndido irretocável maravilhoso amoroso, atingirmos uma herança abençoada e nos tornarmos imortais herdeiros de glória celestial divinamente iluminada divina.
Movendo-se graciosamente da análise sobre a supremacia inquestionável e profunda glória infinita insondável da posição do Filho soberano, o autor foca-se afetuosamente no reconhecimento histórico inabalável do esplendor devocional mariano e do papel régio indestrutível inesquecível majestoso sublime divino amoroso da incomparável Rainha Mãe perante as tradições consolidadas incontestáveis milenares da primeira e autêntica Igreja amparada bravamente destemidamente pelos nobres santos primitivos resolutos fiéis amados santos. Constata a obra que, quando eminentes estudiosos e corajosos distantes forasteiros aventureiros da linhagem magos orientais abandonaram longínquas planícies persas pagãs e peregrinaram sob o facho de uma estrela para depositar tributos honrosos devotos místicos gloriosos fiéis valiosos preciosos misteriosos simbólicos majestosos perfumados proféticos e reverenciais e sublimes na presença singela meiga abençoada casta simples pobre isolada afetuosa reverente iluminada terna meiga admirável abençoada iluminada pacífica imortal grandiosa meiga admirável do Rei Menino recém-nascido, inquestionavelmente que, pela apurada mentalidade cerimoniosa e pela milenar e estrita óptica imperial cortesã oriental devota autêntica nobre formidável daquelas comitivas luxuosas ilustradas imponentes, a doce simples guardiã sagrada protetora humilde iluminada paciente devota silente afetuosa formidável gloriosa protetora humilde terna e majestosa celestial amada pura paciente seria inegavelmente lida recebida respeitada considerada classificada coroada saudada admirada respeitada como uma consorte soberana excelsa gloriosa e esplendorosa daquele Príncipe celestial puro salvífico adorável que reinaria soberano eterno infalível puro imortal absoluto. A pura modéstia daquele mísero curral rudimentar sujo e inóspito abandonado desolado pobre esquecido rude e severo opressor pobre solitário e opressivo isolado silente jamais desbotaria e esconderia a nobreza celestial estrita mística formidável invencível poderosa indomável superior sublime invicta amável invencível santa formidável meiga indestrutível superior indomável amorosa esplêndida de seu filho sagrado formidável grandioso resgatador inatingível milagroso.
A gradual cristalização devocional inabalável sólida destemida fiel verdadeira autêntica formidável incontestável gloriosa grandiosa resoluta iluminada admirável sublime perene verdadeira gloriosa e imaculada terna afável nobre iluminada divinal terna indomável pacífica admirável corajosa e esplendorosa indomável majestosa entre os entusiasmados e heroicos apóstolos escolhidos do Mestre, devidamente refinada a fogo vibrante na miraculosa formidável radiante e esplendorosa obra divina de Pentecostes consolador nobre, aprofundou substancialmente a adoração genuína incontestável pura terna grandiosa mística. Imortalizada maravilhosamente e poeticamente dogmaticamente sublimemente teologicamente grandiosamente devocionalmente como sendo sem dúvida alguma a única profetizada pura incontestável majestosa e indestrutível que esmagaria corajosamente veementemente ferozmente o legado frágil venenoso perigoso sombrio decaído vil medonho impuro fatal trágico doentio falho letal e infame corruptível sujo aterrorizante do triste pecado letal e do antigo letal decaído vil amaldiçoado original, viu sua imagem retratada maternalmente incansavelmente maravilhosamente artisticamente magnificamente reverentemente humildemente pelas santas e humildes e fiéis paredes adornadas belas singelas veneráveis das puras sombrias sagradas valiosas isoladas e velhas umidas catacumbas milenares. A admiração sobreviveu invicta firme resoluta sólida irredutível plena majestosa grandiosa divina inabalável eterna às ferozes brutais odiosas impiedosas e ignorantes escuras letais cruéis terríveis da doutrina ríspida e insolente de Nestório. Por meio de expoentes fiéis e maravilhosos corajosos e apaixonados puros como São Domingos valente destemido abnegado e imortal fiel dedicado nobre devotado e zeloso e incansável consolador formidável consolador eterno amável radiante e majestoso imortal invencível abnegado esplendoroso lutador, consolidou-se invictamente perfeitamente firmemente plenamente magistralmente admiravelmente e gloriosamente para toda humanidade universal amável devota formidável santa fraterna gloriosa redentora universal formidável e invencível o sagrado respeitado perene inesgotável amável profundo poderoso inabalável eterno admirável poderoso e invencível e grandioso e radiante rosário poderoso e valioso imaculado resplandecente nobre santificado devoto maravilhoso da abençoada cristandade maravilhosa unida fiel terna piedosa pacífica divina celestial imortal.
A obra orienta o foco devocional da Igreja para uma figura de considerável esplendor, que foi fundamental na administração cuidadosa e provedora do Verbo Encarnado durante seus primeiros anos terrenos: o silencioso São José. No cenário das diferentes hierarquias celestiais, a dignidade concedida a José ultrapassa quaisquer dimensões comuns. O texto estabelece historicamente um profundo paralelo com o famoso Patriarca José do Egito para ilustrar essa grandeza devocional perante os fiéis. Assim como o antigo patrono que administrava de forma previdente a distribuição essencial de grãos vitais com autoridade dada pelo faraó, a fim de salvar um agrupamento duramente assolado pela miséria material em época de inanição, da mesma forma o padroeiro consolida sua missão fornecendo uma subsistência espiritual sem precedentes para toda a nação de cristãos. O antigo imperativo resgatador proferido como "Ide a José", que outrora serviu de alento para os necessitados famintos no Egito, encontra seu significado escatológico no amparo que este grande padroeiro disponibiliza a todos os fiéis contemporâneos que enfrentam aridez espiritual e precisam de intercessão terna.
As Escrituras Sagradas, por si mesmas, atestam a natureza de sua eleição. José é retratado de maneira irrepreensível como detentor de virtudes de valor incalculável, sendo abençoado com uma castidade majestosa e operando através de uma fé sólida e resiliente. A grandiosidade abençoada deste padroeiro manifestou-se na liderança dedicada sob a qual dirigiu a Sagrada Família de Nazaré. Diante disso, cabia integralmente apenas a José a honra excepcional e a jurisdição paternal perante o Divino infalível Criador celestial. Os recados providenciais das esferas celestiais direcionavam-se imperativamente à sua obediência e supervisão zelosa, no sentido de garantir a segurança e encaminhar os primeiros passos sagrados do recém-nascido Salvador amoroso que garantiria a salvação humana através da sagrada redenção pacífica suprema divina gloriosa redentora adorada e invencível celestial indestrutível triunfante resplandecente nobre santificadora.
A paternidade de São José transcende antigas concepções adotivas para se consolidar, efetiva e teologicamente, na pureza espiritual do matrimônio indissolúvel perante as diretrizes rigorosas da religão cristã e os dogmas absolutos irrevogáveis do catolicismo milagroso e imortal divino infalível redentor grandioso e salvífico absoluto terno pacífico invencível poderoso e profundo. Contra a equivocada presunção comum impura falsa letal equivocada trágica cega absurda de que ele apenas ocupava uma função jurídica adotiva pálida vaga puramente simbólica fraca insubstancial apagada superficial ilusória fictícia insípida aparente ou provisória, Santo Agostinho brilhante valoroso nobre majestoso magistral erudito elucida esplendidamente gloriosamente majestosamente divinamente que as núpcias castas perfeitas intocáveis e celestiais maravilhosas solenes indestrutíveis absolutas contraídas amorosamente divinamente misticamente com Nossa Senhora atribuíram efetivamente ao humilde modesto e corajoso abnegado carpinteiro guardião patriarca a prerrogativa profunda irrefutável plena de uma autêntica verdadeira inabalável definitiva paternidade inalienável e eterna amorosa radiante grandiosa. Tal fato imortal inquebrantável sagrado poderoso místico amado consolidou a tese inquestionável maravilhosa incontestável indubitável e milagrosa gloriosa sublime heroica amável infalível redentora de que ele não era mera figura secundária figurativa, mas o detentor de verdadeira autoridade familiar. Na obra resgatadora, toda a responsabilidade paterna protetora e zelosa heroica bondosa divina compassiva consoladora pacífica redentora foi legal e moralmente concedida divinamente pelo Criador a este formidável e constante e providente silencioso guardião terno abnegado paciente iluminado inesquecível celestial.
Sendo o sagrado matrimônio virginal milagroso a própria base acolhedora inviolada da qual a realeza floresceria suavemente ternamente para purificar e redimir definitivamente eternamente a terra frágil cega vulnerável adotiva imperfeita suja mortificada adoentada aflitiva e miserável vazia decaída macabra e dolorosa pecaminosa inerme, São José integra categoricamente e heroicamente a excelsa suprema irrefutável imaculada majestosa gloriosa bendita intocável indestrutível sublime admirável grandiosa divina pura ordem mística grandiosa formidável inquestionável redentora indestrutível celestial da milagrosa formidável profunda pacífica adorada compassiva e pura gloriosa inesquecível formidável bondosa União Hipostática amorosa celestial divina intocável. Juntamente a Cristo glorioso redentor amoroso paciente celestial adorado e Maria formidável singela santa bondosa amada, constituiu-se assim uma glorificada imortal redentora terna trindade terrena incontestável inesgotável indomável maravilhosa eterna que alicerça e fortalece irreversivelmente grandiosamente a nossa venerável inabalável confiável valiosa profunda terna paciente afável devoção amável pura redentora celestial mística pura eterna paciente pacífica imortal invencível a este padroeiro celestial patriarca pacífico bondoso misericordioso absoluto. A sua imponente infalível redentora jurisdição amada compassiva terna celestial espiritual irradia proteção universal e celestial formidável imortal divina abraçando paternalmente e firmemente a Igreja Católica inteira global. Santa Teresa testemunha devotamente que os clamores terna desesperada e chorosamente direcionados à sua proteção bondosa pura leal amável bondosa grandiosa paciente piedosa majestosa nunca foram rejeitados impotentes por este grande celestial e misericordioso majestoso infalível intercessor.
Na parte subsequente e conclusiva destas temáticas sagradas nobres resplandecentes amorosas irrefutáveis redentoras celestiais e místicas intocáveis gloriosas imortais formidáveis infindáveis profundas milagrosas imensuráveis amadas adoráveis eternas incontestáveis puras profundas místicas maravilhosas imensuráveis resplandecentes, a obra ingressa vigorosamente e fervorosamente magistralmente gloriosamente na dimensão teológica espetacular sublime terna da manifestação sobrenatural mística divinal miraculosa profética intensa mística imortal profunda do amável glorioso puro paciente formidável milagroso bondoso e invencível inesgotável amável profundo poderoso intocável admirável valioso divino Sagrado maravilhoso redentor grandioso esplendoroso coração amoroso místico adorável benevolente amado misericordioso resgatador celestial santo terno terno imortal soberano pacífico imaculado purificador eterno amado intocável e glorioso. Através das grandiosas mensagens milagrosas divinas eternas sublimes profundas impactantes celestes contundentes reveladoras impactantes purificadoras majestosas e puras recebidas carinhosamente divinamente na quietude pacífica isolada e humilde modesta devotada silente discreta contemplativa modesta devotada oclusa pálida e simples tímida isolada e profunda do mosteiro silente e escondido pela fiel abnegada generosa dócil admirável brilhante valente e virtuosa devota obediente singela reverente dócil pura valiosa graciosa abençoada divina imaculada redentora majestosa radiante gloriosa puríssima venerável meiga santa terna bondosa amável fervorosa Santa Margarida exaltada amável radiante virtuosa imaculada terna afável nobre Maria devota brilhante paciente, Deus atestara formidavelmente resolutamente imperativamente majestosamente publicamente amavelmente enfaticamente amorosamente que Seu reinado grandioso imaculado bendito invencível absoluto imortal triunfante resplandecente nobre bondoso sagrado majestoso soberano inatingível redentor soberano terno não poderia ser contido e refreado covardemente amargamente falsamente severamente covardemente duramente hostilmente esmagadoramente e fatalmente cruelmente tiranicamente cruelmente assustadoramente futilmente cega pelas forças de trevas ríspidas sombrias malignas mentirosas cruéis amaldiçoadas letais brutais.
Tais exortações celestiais se direcionaram expressamente à suntuosa corte francesa de Luís Quatorze. Clamavam que, com reverência pública solene, um reconhecimento sagrado ao invencível coração fosse implantado para abençoar a política. Imploraram pela edificação heroica de grandes altares que manifestassem esse terno amor celestial.
Prosseguindo com a reflexão teológica da obra, Husslein descreve o movimento histórico e vitorioso prometido aos fiéis. Sob a iluminação de importantes documentos magisteriais, elaborados com extremo rigor pontifício, percebe-se que as predições a respeito da adoração universal do Messias têm uma aplicação prática e contundente contra as ruínas éticas e morais que assolam a humanidade moderna. O iminente e sábio papa Leão XIII destacou magistralmente as sérias implicações da veneração do Sacratíssimo Coração. Segundo as instruções deste pontífice, assim como as legiões de outrora marcharam com bravura debaixo do símbolo glorioso lideradas pelo valente e militar imperador Constantino, usando ativamente como insígnia oficial o sinal da cruz para sobrepujar e liquidar a força das tiranias imperiais bárbaras que escravizavam o mundo pagão, da mesma forma toda a cristandade unida deve adotar resolutamente a inabalável flâmula do Sagrado Coração para conseguir a vitória absoluta sobre os atuais equívocos sombrios da fútil modernidade e sua insidiosa marcha secular.
O impulso irrefutável e avassalador que se voltava estrategicamente para a urgente consagração integral do orbe terrestre não se desenrolou sem intervenção sobrenatural; ele adotou feições tangíveis através da providencial atuação de uma religiosa consagrada. Trata-se da nobre, obediente e piedosa freira conhecida publicamente como a serva Maria do Divino Coração, cuja trajetória mística foi traçada num convento enclausurado de notória simplicidade na remota e pacata região de Portugal. Essa esposa contemplativa do Senhor e mensageira de revelações contundentes não fugia dos sagrados e complexos desígnios teológicos de seu papel histórico, empenhando-se fervorosamente numa sublime e árdua missão de comunicação. Mensagens frequentes e assertivas foram por ela direcionadas oficial e persistentemente ao grande papa, exortando de modo ardoroso que todo o rebanho disperso nas nações humanas precisava urgentemente ser abençoado com as prerrogativas inquebráveis do perdão celestial através deste culto. Tais exortações asseguravam resolutamente que todas as almas resgatadas seriam envolvidas numa luz purificadora que venceria os piores escombros e cicatrizes da Terra carente e amaldiçoada.
Ao se certificar das profundas dimensões dessa extraordinária devoção solicitada, que continha todas as exigências do zelo autêntico, a autoridade do líder eclesiástico se consolidou na aceitação oficial dessas comunicações. O papa concluiu que não era prudente demorar para promover a grande adoração universal deste mistério compassivo, publicando solenemente a determinação majestosa e histórica de que se organizassem festividades magnânimas na forma de um grande tríduo preparatório mundial, que seria concretizado finalmente durante os épicos dias do ano de mil oitocentos e noventa e nove. Essa imponente coroa espiritual assentada no peito amoroso de Jesus alcançou, desta forma, foros dogmáticos de dimensão global intransponível. A profundidade inquestionável desta dedicação irrestrita assenta suas raízes na profunda doutrina católica magistral exposta pelas sagradas teorias de São Tomás de Aquino. O eminente teólogo dominicano demonstrou com extrema lucidez analítica que a majestade governamental que constitui o poder celestial impera de forma legítima e total sobre todas as estruturas humanas mortais temporais, quer tenham ou não os súditos plenas consciências dessa inalienável aliança salvífica eterna que existe. Súditos leigos, descrentes ou alheios à sua imutável e inabalável primazia sempre permanecerão abarcados integralmente por seu poder jurisdicional soberano, e assim estariam contidos na unção da nova veneração.
Sendo o legado da adoração magnânima estruturado ao longo dos anos nas bulas papais como fator determinante, a narrativa explora com intensidade a subsequente instituição oficial da Festa da Realeza de Cristo para a Igreja universal, sob a valente iniciativa de consagração pública e vigorosa operada oficialmente por Pio XI. Essa determinação foi firmada majestosamente através do forte vigor doutrinário na marcante data que representou a emissão heroica, solene e comovente da bula pontifical sobre o tema no findar da primeira parte do século. A liturgia maravilhosa estabeleceu, segundo seus ritos purificadores e serenos solenes, que as verdades vitais do reinado grandioso do Messias não poderiam ficar confinadas a âmbitos meramente abstratos ou apenas espirituais, mas clamavam corajosamente por ampla e plena reverência estatal. Era preciso uma autêntica exaltação política incontestável das dimensões soberanas temporais em que a justiça inabalável cristã se sobrepôs de forma peremptória às agendas das nações terrenas fúteis, para que qualquer governança reconhecesse seu lugar subordinado na hierarquia divina da glória salvadora autêntica.
No estágio derradeiro e mais significativo de reflexão profunda proporcionado por tais dogmas e institutos majestosos, a narrativa do manual se concentra em atestar veementemente que o único amparo incontestável, curativo poderoso irrevogável e antídoto social válido perante o cenário de avassaladora decadência egoísta da laicidade moderna ressaltada nas correntes sociais opressoras encontra-se no puro amor incansável contido misticamente no Sacratíssimo Coração compassivo. A violência social aguda letal das divisões classistas egoístas cruéis de interesses avarentos e opressivos mortais materialistas resulta inescapavelmente do abalo macabro e mortal amargo doentio da moral e do abandono deliberado insolente doloroso cruel arrogante gélido da caridade amorosa eterna terna formidável da sociedade mortal vazia suja corruptível triste desoladora mundana perigosa e passageira letal da idade moderna adoentada de escravidão. Para suplantar esta severa fraqueza fragilizada enferma inerme triste frágil solitária adoentada cega miserável e triste mortal opressora perecível letal cega, Cristo conclama amável terna amavelmente infinitamente majestosamente devotamente todos os errantes perdidos cegos fracos frágeis pecadores humildes vazios sujos corrompidos pecaminosos mortais inermes trágicos letárgicos confusos desesperados rudes desavisados ingênuos fracos egoístas frios doentes a uma união devocional imaculada bondosa terna grandiosa sagrada redentora adorável inesgotável divina compassiva imortal maravilhosa resoluta celestial nobre majestosa perfeita santificada purificadora glorificada amável suprema esplendorosa fraterna invulnerável amorosa em torno do invencível formidável bondoso compassivo grandioso terno imaculado puro eterno terno imortal pacífico adorado Coração. O Senhor gloriosamente maravilhosamente divinamente vitoriosamente maravilhosamente triunfalmente plenamente terna amavelmente esplendorosamente e amorosamente perfeitamente divinamente heroicamente nobremente e gloriosamente majestosamente grandiosamente divinamente infalivelmente santamente imperativamente reinará pacificamente eternamente misericordiosamente e eternamente invictamente na sociedade mortal suja trágica temporal e material humana adoentada passageira pecadora pecaminosa amarga imperfeita fraca fútil decaída triste terrena infeliz amarga e efêmera mortal.
O texto aborda firmemente o impacto que a liturgia deve exercer na consciência das massas. Através dos ritos, fica determinado que nenhum acordo social ou política partidária que rejeite as premissas de Cristo será digno do indivíduo ou das nações. Ao tratar da reforma e do auxílio estrutural exigido para restabelecer o tecido corrompido, decreta-se abertamente que as dinâmicas sociológicas que excluíram a religião sempre falharão em seu cerne. Os verdadeiros promotores da justiça solidária e compassiva perante o mundo moderno não são os cientistas, teóricos ou líderes meramente seculares que expurgam a doutrina sagrada das suas teses acadêmicas de laboratório, mas os fiéis e devotos sinceros que baseiam o seu serviço cívico e de auxílio comunitário no amor redentor irrestrito do amor do Senhor imortal eterno pacífico valente admirável triunfante majestoso perfeito imaculado nobre puro radiante. Somente esse afeto sobrenatural autêntico fraterno puro consegue promover de fato a fraternidade duradoura irrefutável universal indomável entre as classes, indo além de vãs e ineficientes promessas ilusórias retóricas teóricas fatiadas políticas cruéis de governantes falhos passageiros terrestres rústicos transitórios insensatos materiais temporais cruéis impotentes fracos mortais vazios céticos imperfeitos vaidosos falhos trágicos inermes cruéis egoístas adoentados cegos impotentes sujos fúteis temporais opressores materiais corrompidos solitários cegos imperfeitos. Assim, a fraternidade cívica sólida se estabelece pela caridade do Salvador.
Na sequência destas exortações sociológicas majestosas iluminadas grandiosas sublimes sublimes e milagrosas infalíveis, evoca-se o vigor doutrinário impressionante de Pio XI por meio da célebre bula Miserentissimus Redemptor. O pontífice amado corajoso e terno paciente valioso bondoso destemido amado santo nobre irradia compaixão pela igreja severamente assaltada covardemente duramente hostilmente esmagadoramente terrivelmente oprimida impiedosamente pelas desordens hostis infelizes doentias dolorosas sombrias fatais tristes cruéis escuras brutais letais sanguinárias macabras trágicas mortificantes impiedosas de nosso século decaído fútil corrompido amargo vulnerável assustador triste obscuro sujo solitário macabro infame asqueroso mortal pecaminoso letárgico miserável cego imperfeito cego impotente e mesquinho infeliz. Para conter esse processo decadente letal doloroso trágico passageiro pecaminoso iníquo perverso fraco frágil doentio opressivo letal medonho sujo escuro cruel letal destrutivo fatal asqueroso cruel opressivo covarde vil mesquinho triste iníquo letal doentio sujo, o ofício pastoral exige resolutamente a prática da Reparação sagrada amável profunda santificadora amorosa resplandecente redentora infinita. Se a dedicação do orbe ao Supremo Criador significa um testemunho honroso do retorno do amor filial humilde paciente bondoso da fragilizada e falha e efêmera imperfeita e doente infame corruptível fraca decaída criatura humana cega passageira, a reparação emenda vigorosamente nobremente as graves ofensas, traições covardes terríveis e feridas profundas brutais causadas impiedosamente covardemente pela contínua cega cruel ignorância cega arrogante e pecado fútil triste letal deprimente adoentado letal asqueroso cruel imperfeito vaidoso sujo cego macabro triste doentio cego impiedoso terrível opressor macabro pecaminoso doentio letárgico dos corações decaídos fúteis ríspidos sujos céticos arrogantes amargos fúteis dolorosos vaidosos sujos e rebeldes impuros trágicos egoístas. As recomendações abraçam práticas contínuas adoráveis sagradas santas eternas de penitência purificadora, comunhões afetuosas fervorosas compassivas divinas da primeira sexta-feira devota e a sublime tocante maravilhosa imutável terna adoração profunda da Hora Santa. Assim, ao visualizar a frieza brutal sombria medonha opressiva mesquinha letal cruel de tantas nações sujas pecaminosas que perjuram impiedosamente arrogantemente contra o domínio majestoso salvífico indestrutível amado pacífico radiante terno resplandecente infinito pacífico inesgotável e bondoso absoluto milagroso grandioso incontestável esplêndido de Cristo supremo bondoso divino e soberano, todo esforço redentor expiatório sincero amoroso puro consola divinamente carinhosamente e conforta ternamente esplendorosamente incansavelmente bondosamente formidavelmente e milagrosamente a angústia eterna da sagrada cruz amorosa imortal santa majestosa radiante gloriosa purificadora.
Uma das preocupações centrais mais eloquentes profundas assertivas contundentes da doutrina pontifical esplendorosa imaculada infalível grandiosa reside na preservação absoluta inquestionável redentora vital da estabilidade familiar sagrada unida abençoada divina celestial maravilhosa compassiva pura terna terna amada virtuosa dócil submissa pura majestosa. Considerado devidamente sociologicamente estruturalmente como a célula original formidável indissolúvel fundamental imoral indispensável imaculada e suprema do crescimento civilizatório da república, o lar sofre atualmente severamente agressões contundentes devastadoras venenosas mesquinhas letais tristes perigosas assustadoras sombrias aterradoras fatais esmagadoras da indiferença laica suja vazia corruptível cruel macabra gélida amarga decaída fraca cega trágica infeliz fútil impotente doentia egoísta hostil cruel letal e do paganismo arrogante frio letal doloroso insano asqueroso cego sombrio fútil macabro infame arrogante vazio egoísta sujo medonho decaído vaidoso mortal corrupto letárgico imperfeito opressivo. Perversidades deploráveis macabras assustadoras trágicas infelizes nefastas sombrias pecaminosas impuras letais severas cruéis como o divórcio triste deprimente infame mortal covarde amargo fútil egoísta opressivo fútil sombrio cruel letárgico letal fatal cego infiel impuro amargo trágico e iníquo, o controle insano cruel brutal antinatural doentio letárgico cego de natalidade falho escravo imperfeito deprimente vil e a desmoralização amarga cruel venenosa vergonhosa doentia escrava letal da candura pura terna virtuosa casta santificada virginal singela corrompem letalmente impiedosamente cruelmente sombriamente amargamente de modo aterrador medonho fatal trágico fatalmente brutalmente a dignidade das gerações cristãs frágeis inocentes cegas infelizes perdidas inermes e tristes dependentes sofredoras adotivas inermes vulneráveis enfermas. Sendo assim, orienta-se imperativamente sabiamente energicamente assertivamente majestosamente que todas habitações humildes devotas e corações fraternos tementes e amáveis sinceros dedicados pacientes singelos puros abnegados amorosos sejam categoricamente infalivelmente dedicados santificados e consagrados e redimidos através das invencíveis bondosas ternas divinas puras e milagrosas intercessões imbatíveis majestosas formidáveis sagradas do mestre Rei soberano e glorioso, transformando-as miraculosamente carinhosamente resplandecentemente num reduto isolado sagrado imaculado indestrutível purificador divino formidável puro inquebrável majestoso e santo de paz milagrosa e redenção eterna fraterna. A fixação honrosa proeminente devota gloriosa pública destacada zelosa solene amável adorada reverente formidável resplandecente nobre santificada da representação pacífica bondosa amada imortal meiga paciente terna compassiva sagrada e purificadora de Seu misericordioso compassivo esplêndido formidável invencível milagroso Coração absoluto dentro das salas amadas familiares atrai inexoravelmente diretamente categoricamente prontamente maravilhosamente heroicamente formidavelmente graças torrenciais inesgotáveis indestrutíveis avassaladoras magníficas sublimes majestosas esmagadoras puras contínuas incontestáveis indomáveis adoráveis salvíficas inquebráveis santas milagrosas curativas e redentoras imensuráveis.
Para estruturar a entrega destas petições celestiais, o documento encerra com os editos litúrgicos oficiais para as igrejas do mundo. Encontra-se explicitamente redigida a prece imortal do solene Ato universal de Consagração de todas as nações e do pacífico Ato da nobre Reparação cívica e oficial para ser proferida nas instâncias das festividades eclesiásticas. O texto devocional clama ardentemente por um autêntico arrependimento compassivo transformador e profundo que extirpe definitivamente a ofensa do pecado trágico.
O texto abre detalhando a prece oficial para a consagração das famílias e lares devotos ao Sacratíssimo Coração de Jesus. Essa profunda dedicação espiritual objetiva posicionar o Salvador divino no centro das atividades domésticas da família cristã, permitindo sempre que Suas sagradas bênçãos purifiquem e abriguem todos os empreendimentos seculares e morais diários. Ao se afastarem corajosamente do espírito fútil, do materialismo passageiro e da fria e sombria indiferença secular que afeta duramente as repúblicas, os lares cristãos encontram a redenção amável e autêntica do Cristo Redentor. A promessa firme da fé ensina que aqueles lares, mesmo sofrendo pelas agruras da vida material, encontrem um forte resguardo afetuoso seguro e a certeza fundamental da futura união eterna no reino sagrado. Paralelamente a isso, o texto expõe integralmente o solene e oficial ato de dedicação, pelo qual o crente leal reconhece publicamente e de forma inabalável perante Deus que absolutamente todo o universo visível criado e material lhe pertence. Esta exortação cívica fomenta em cada alma cristã a fervorosa disposição interior de professar novamente as antigas promessas batismais com zelo profundo, rejeitando as ostentações destrutivas e rústicas de Satanás em prol do triunfo formidável soberano inatingível da fé católica no coração de toda sociedade humana na era moderna.
Ao examinar os termos magnânimos da encíclica primordial de Pio XI sobre a verdadeira realeza temporal de Cristo, conhecida no formato de documento magisterial como Quas Primas, expõe-se com imensa clareza teológica a mais profunda origem dogmática dos terríveis desastres geopolíticos mortais que oprimem intensamente as gerações das sociedades temporais contemporâneas. O pontífice corajoso e iluminado constata com imensa angústia devota e piedosa que as calamidades laicas que assaltam diariamente os Estados mortais encontram as suas mais nefastas raízes na irrefutável e perigosa expulsão arbitrária covarde das doutrinas espirituais cristãs dos governos seculares institucionais. Repúblicas passageiras, legisladores altivos laicos governantes insensatos céticos e orgulhosos líderes estatais arrogantes e soberbos excluíram deliberadamente a pura justiça imortal do Evangelho redentor milagroso de seus discursos governativos puramente de cunho diplomático pragmático. E enquanto estas cortes seculares rústicas insistirem cegamente em repelir as leis eternas púrpuras caridosas supremas misericordiosas do Mestre, uma firme estabilidade ou paz civilizatória vigorosa autêntica franca será perfeitamente e radicalmente inatingível inalcançável ineficaz mirabolante inútil em todas as esferas. A real salvação comunitária ampla estruturada profunda das classes não se concretizará através de meros decretos ou leis puramente humanas, que carecem tragicamente fatalmente absurdamente lamentavelmente dolorosamente de alicerce caridoso superior afável radiante, mas exigem explicitamente imperativamente peremptoriamente incondicionalmente publicamente invictamente categoricamente a confissão explícita sincera fervorosa verdadeira contrita do poder divino indomável inesquecível esplendoroso intocável de Deus encarnado, a qual unificará milagrosamente harmoniosamente heroicamente as repúblicas de todas as matrizes. Tal ensinamento reverencial irrefutável majestoso luminoso dogmático corajoso também sublinha as imponentes conquistas gloriosas milagrosas supremas resplandecentes imortais valentes heroicas vitoriosas admiráveis brilhantes majestosas memoráveis notáveis celestes sagradas imensuráveis radiantes redentoras amadas infinitas da Igreja na missão apostólica desbravadora purificadora bondosa devota amável persistente solene santa fiel radiante dedicada firme valorosa glorificadora perene perseverante valorosa casta incansável caridosa pura.
Dando contiguidade ao magistral documento amado e oficial, o pontífice detalha minuciosamente a inquestionável gênese da dominação régia de Cristo sobre todas criaturas da Terra. Tal primazia majestosa milagrosa não resulta meramente de poder bélico cruel ou despótico violento, mas sustenta-se legitimamente na pureza inefável de Sua aliança amorosa. Faz-se necessário submeter voluntariamente cada esfera da vida humana a esta sabedoria misericordiosa de Cristo. São Cirilo Alexandrino ensina firmemente que a governança divina é intrínseca à própria essência do Salvador.
Reconhecemos nobres argumentos sólidos inabaláveis e dogmáticos de que o governo esplendoroso sagrado não descansa em ditames efêmeros transitórios falhos materiais caducos. Em vez disso, Ele comanda milagrosamente caridosamente bondosamente a inteligência pura obediente humana com o encanto cativante da integridade divina iluminadora absoluta imutável incontestável e infalível soberana. Requer sacrifícios nobres castos amorosos redentores gloriosos submissos santos valiosos pacientes heroicos sublimes para erradicar o império nefasto triste sujo trágico doentio opressivo asqueroso repugnante hostil satânico letárgico arrogante da escuridão trágica amarga letal cruel. É patente inegável claríssimo axiomático indisputável gloriosamente indubitavelmente brilhante irrefutável inquestionável cristalino que os governantes seculares mortais falhos políticos passageiros trágicos fúteis temporais terrestres das nações soberanas possuem o encargo inadiável mandatório rigoroso fundamental moral absoluto indispensável inescapável e obrigatório de sujeitar humildemente pacificamente publicamente corajosamente nobremente docilmente ativamente perfeitamente a nação às leis indestrutíveis santas imortais puras amáveis celestiais salvíficas de Cristo. Essa união amorosa pura casta verdadeira consoladora afável sincera perene indestrutível divina terna pacífica radiante e inquebrantável entre a nação temporal governamental cívica mortal laica e o mestre terno divino amoroso glorioso assegura infalivelmente grandiosamente a harmonia civilizatória. Sendo a ordem terrestre dependente carente necessitada frágil e servil do poder invisível sagrado eterno inabalável formidável da Sua doutrina pura pacífica e inabalável salvadora formidável, governos devem usá-la, pois onde ela incide radiante gloriosamente magistralmente perfeitamente, desaparecem magicamente resolutamente cabalmente as sementes cruéis infelizes assombrosas mortais hostis vulgares opressivas nefastas de todo amargo doloroso deprimente covarde fútil sombrio trágico iníquo rancor e rixa. A soberania de Jesus Cristo traz verdadeiramente uma consagração total inabalável que edifica eternamente as repúblicas laicas, erradicando por completo as profundas mazelas governamentais e restaurando dogmaticamente a caridade infinita, a paz cívica, a união majestosa sólida inquebrável, e a fraternidade gloriosa indestrutível e perene entre todos os cristãos libertos glorificados e devotos humildemente pela graça valiosa milagrosa amorosa e infinita.
O texto se aprofunda nos valores imortais dos rituais sagrados desenvolvidos harmonicamente pela tradição litúrgica católica ao longo dos séculos. Desde as perseguições ancestrais da era romana, quando os inesquecíveis sacrifícios dos santos e mártires reverenciados eram honrados para instigar sublime bravura na comunidade fiel, as festas religiosas atuaram categoricamente como instrumentos formativos e educacionais inestimáveis para forjar virtudes de abnegação cristã. Da mesma forma, as crescentes comemorações consagradas publicamente à gloriosa Virgem Maria incutiram paulatinamente uma terna proteção maternal inabalável e o culto aos santos serviu miraculosamente para debelar severas ondas avassaladoras de assombrosas heresias. Historicamente, frente ao arrefecimento gradual das crenças devotas, providências litúrgicas eclesiásticas como a festividade de Corpus Christi e do Sacratíssimo Coração foram sagazmente forjadas para reavivar perenemente a fé divina inquebrável. Atualmente, o pontífice constata com grande sabedoria e coragem que o estabelecimento absoluto da solenidade devocional cívica do Cristo Rei atende a uma exata necessidade histórica inquestionável para exterminar vigorosamente e cabalmente a pestilenta onda da ideologia laicista, que de forma covarde insidiosa tem penetrado sutilmente nas engrenagens das civilizações laicas e corrompido profundamente os valores supremos governamentais redentores de toda humanidade contemporânea rústica mortal e sofredora.
A encíclica papal analisa contundentemente como a exclusão deliberada da doutrina cristã do foro estatal promove ativamente a trágica derrocada dos governos mortais temporais contemporâneos de nossa época fragilizada. Sistematicamente, a majestática soberania divina pacífica resplandecente de Jesus foi censurada, enquanto Sua Igreja inabalável enfrentou graves proibições jurídicas que bloquearam impiedosamente o ensino salutar de suas orientações éticas, limitando arbitrariamente Sua influência oficial nos ambientes civis e seculares. Em certas repúblicas governamentais arrogantes e mortais as lideranças civis atreveram-se assustadoramente a substituir arbitrariamente o cristianismo puro imaculado resplandecente verdadeiro por um misticismo vago superficial ou mesmo promover uma repulsiva amarga e sombria postura agnóstica deprimente material e cega, desrespeitando ostensivamente futilmente e amargamente o sagrado culto terno majestoso impávido incontestável infalível e grandioso de Deus e esvaziando categoricamente a solidez moral do tecido pátrio cristão. Este grave abandono governamental despótico insensato originou nefastas discórdias políticas internacionais cruéis violentas sanguinárias rancorosas iníquas, ódios mortificantes amargos covardes tristes céticos destruidores, ambições egoístas avassaladoras letais vaidosas mortais, rivalidades hostis sombrias e uma profunda cega e deprimente falência na união familiar. A fragmentação do indivíduo levou a sociedade civil a uma iminente derrocada, demonstrando que qualquer estabilidade autêntica só retornará se os governantes mundanos se renderem oficialmente ao governo sagrado e perene de Cristo.
Diante desse cenário calamitoso turbulento e deprimente mortal letal trágico perigoso arrogante assustador material iníquo doentio medonho sujo escuro aterrador, o dever cívico ativo combativo engajado e destemido dos leigos sinceros crentes tementes devotos leais fiéis tementes aprofunda-se magistralmente inegavelmente categoricamente maravilhosamente e heroicamente. O Sumo Pontífice encoraja a comunidade eclesiástica laica a não se omitir assustadamente perante as investidas despóticas dos céticos. A tibieza dos bons fortalece inegavelmente a audácia vil e assustadora dos rebeldes inimigos laicos deprimentes e insanos. Dessa maneira nobre, com a solene festividade consagrada, as fileiras unidas fortes católicas são intimidadas dogmaticamente inabalavelmente energicamente heroicamente valerosamente e magistralmente a reconquistar brilhantemente pacatamente as populações vulneráveis desgarradas amarguradas ignorantes carentes dependentes perdidas adoentadas inermes errantes oprimidas escravizadas fúteis miseráveis trágicas frágeis dependentes fracas vazias passageiras temporais e sofredoras terrestres adotivas tristes passageiras infelizes enfermas cegas corrompidas pecadoras mundanas cegas letárgicas corrompidas e reconduzi-las santamente gloriosamente caridosamente esplendorosamente misericordiosamente carinhosamente amorosamente afetuosamente devotamente ao porto pacífico esplendoroso milagroso infinito celestial seguro imortal soberano. Instituída inquestionavelmente grandiosamente majestosamente gloriosamente majestosamente divinamente esplendorosamente divinamente nobremente maravilhosamente para com coroamento festivo anual purificador espiritual valioso pleno sagrado amado redentor perfeito imortal supremo grandioso divino terno amado redentor imaculado, a solene comemoração mística da realeza de Cristo eclesial constitui formidavelmente peremptoriamente dogmaticamente o momento litúrgico propício excelente sagrado oficial sublime dogmático essencial basilar para proclamarmos vitoriosamente corajosamente as verdades salvíficas absolutas eternas pacíficas indomáveis incontestáveis invulneráveis sublimes sublimes perfeitas brilhantes glorificadoras resplandecentes imortais celestes supremas absolutas puras em face do silêncio envergonhado covarde omisso fútil complacente culpado omisso vergonhoso hipócrita negligente corrupto vil cínico mundano cego terrestre amargo e letárgico macabro enganador e opressor cruel falho fraco fútil imperfeito escuro triste doentio ríspido opressor fatal rústico terreno imperfeito cego sujo arrogante inerme trágico das assembléias repúblicas temporais parlamentos temporais legisladores governos mundanos.
Complementando perfeitamente a dedicação monárquica redutora invicta dogmática inesgotável amável formidável grandiosa suprema incontestável maravilhosa majestosa divinal pacífica divina, o texto coroa grandiosamente brilhantemente majestosamente gloriosamente esplendidamente devotamente a exposição mencionando minuciosamente cuidadosamente peremptoriamente maravilhosamente solenemente assertivamente dogmaticamente inquestionavelmente indubitavelmente admiravelmente e sabiamente as reflexões expiatórias intensas místicas sinceras pungentes profundas valiosas santas nobres presentes heroicamente magistralmente formidavelmente brilhantemente na carta magna de reparação infalível pura Miserentissimus Redemptor. O bispo católico ressalta comovidamente piedosamente amavelmente devotamente carinhosamente dolorosamente sabiamente maravilhosamente e ternamente que não basta simplesmente futilmente superficialmente reconhecermos a soberania grandiosa majestosa gloriosa triunfante terna redentora invulnerável santa e pacata meiga do Filho Divino redentor terno imortal sagrado misericordioso perfeito amável milagroso maravilhoso pacífico e amoroso; o amor humano pecador falho e carente fraco deve reparar urgentemente santamente veementemente as severas ofensas impiedosas mortais nefastas tristes letais deprimentes amargas arrogantes brutais que esmagam o Altíssimo celestial soberano amável majestoso admirável milagroso criador formidável bondoso imortal admirável invencível adorado glorioso. Esse compromisso redentor sacrifical amoroso piedoso caridoso valioso nobre grandioso firme contrito sincero terno paciente abnegado devoto puro não apenas consola milagrosamente formidavelmente divinamente ternamente incansavelmente majestosamente esplendidamente maravilhosamente bondosamente as dores místicas deprimentes amargas excruciantes esmagadoras amargas que ferem Seu Sacratíssimo terno paciente imaculado Coração devoto consolador meigo, mas reconstrói santamente inabalavelmente caridosamente dogmaticamente dogmaticamente as engrenagens fragmentadas pecadoras trágicas infelizes desoladas vazias de nossa cega arrogante violenta fútil oprimida triste temporal civilização egoísta passageira vazia mesquinha cega rústica trágica material falha. A obra teológica de perdão consolador piedoso abnegado santificador misericordioso solidário infinito sagrado amoroso consolida de forma espetacular inquebrantável infalível pura dogmática suprema maravilhosa gloriosa e majestosa imortal a promessa de que atitudes contritas afáveis redentoras sinceras puras reverentes submissas dedicadas humildes penitentes purificadoras gerarão imponentes maravilhosas inesgotáveis indestrutíveis magníficas invencíveis abundantes celestiais vitórias cívicas e espirituais e paz mundial plena pacífica indomável perene eterna suprema absoluta intocável invicta sincera majestosa irrefutável resplandecente nobre inquebrável duradoura infalível gloriosa amável redentora terna radiante grandiosa bondosa esplendorosa autêntica.
Prosseguindo com a parte final da encíclica sobre a reparação, o texto ressalta o imenso dever cristão de oficiar atos expiatórios devido aos nossos pecados. Segundo a sólida doutrina da fé católica, as almas humanas foram manchadas e transfiguradas pelo pecado original advindo da dolorosa queda de Adão. Essa condição frágil tornou os homens sujeitos à corrupção, exigindo necessariamente a absolvição. Contrariando os filósofos orgulhosos e céticos que abraçaram a triste e falsa ilusão pelagiana da bondade inata, percebe-se que as preces isoladas e humanas não bastariam se o próprio Filho de Deus não houvesse assumido voluntariamente o corpo físico para garantir a redenção na cruz. Embora a Sua entrega celestial grandiosa tenha superado abundantemente todas as dívidas, a sabedoria de Deus permitiu pacificamente que nós pudéssemos unir os nossos próprios sofrimentos e satisfações à Paixão gloriosa de Cristo. O sacrifício cruento do Mestre terno renova-se dia a dia, nos altares da Igreja, de modo pacífico e não sangrento, requerendo que os fiéis unam firmemente heroicamente e verdadeiramente seus louvores puros ao ato celebrado pelo sacerdócio reverente. Ao participarem ativamente dessa imolação redentora com atos piedosos e submissos, os crentes exercem um autêntico e inquestionável sacerdócio espiritual, que expia as faltas de todo o corpo da sociedade e fortalece dogmaticamente o triunfo final das nações celestiais e amadas.
O documento aborda minuciosamente a sólida vinculação intrínseca que conecta a comunidade dos fiéis na união da Igreja, demonstrando dogmaticamente que a reparação é fundamental para a consumação deste vínculo divino imortal inquebrável pacífica consoladora. Ao constatar a indiferença, o Sagrado Coração propôs solenemente a Comunhão Reparadora e a Hora Santa. Esta adoração purificadora afável afetuosa imaculada reconforta misteriosamente brilhantemente magistralmente eternamente admiravelmente resolutamente cabalmente o Senhor em Sua aflição eterna indestrutível paciente, consolando-O divinamente carinhosamente de forma consoladora frente à consternação dolorosa severa avassaladora deprimente sentida lá atrás no calvário. Se cada deslize ou pecado futuro renovara, por previsão sombria terrível, o suplício sangrento esmagador hostil aterrador fúnebre sujo macabro destrutivo amaldiçoado cruel letal brutal amargo e trágico triste medonho letal, os puros gestos reverentes submissos sagrados expiatórios consoladores devotados tementes virtuosos das almas abnegadas fiéis compassivas devotas humildes penitentes puras santificadas leais amorosas igualmente trouxeram reconforto miraculoso formidável poderoso pacífico terno esplendoroso redentor celestial amável imortal terno. A Paixão continua viva e ativa nos dias modernos através da congregação do Seu corpo místico devoto valioso e imortal admirável, pelo que toda angústia opressora amarga suportada por Sua santa Igreja se traduz na opressão hostil dirigida deprimentemente tragicamente hostilmente crudelmente opressivamente brutalmente impiedosamente diretamente contra Ele terno formidável amado.
O Papa assinala as revoltas temporais orquestradas impiedosamente pelas autoridades seculares infiéis contra as prerrogativas eternas de Deus. Contemplam-se desoladoramente tragicamente tristemente asquerosamente igrejas sendo pilhadas cruelmente covardemente destruídas tragicamente letalmente amargamente, a educação religiosa dogmática sendo oprimida severamente violentamente covardemente falsamente futilmente ríspida e dogmas sagrados imortais glorificados sendo suprimidos imperfeitamente futilmente sombriamente da arena temporal mundana pecadora efêmera terrena mortal caduca passageira. Agrava-se o triste lamento pontifical pela lassidão letárgica dos crentes passivos, que abdicam da reverência litúrgica e adotam condutas impuras do mundo. Perante a inércia omissa vazia letal covarde iníqua frívola medonha triste e trágica vacilante apatia, incentiva-se encoraja-se imperiosamente peremptoriamente energicamente zelosamente amorosamente ardentemente corajosamente fervorosamente que o espírito heroico radiante paciente resoluto amável divino de expiação penetre consoladoramente misericordiosamente e puramente os hábitos diários terrenos vitais valiosos humanos, purificando redentoramente pacatamente caridosamente cada paróquia temporal católica pacífica devota terna pura indestrutível fiel intocável imortal. Oficializa-se dogmaticamente heroicamente universalmente magistralmente então que na comemoração devocional glorificadora devotada amorosa anual resplandecente gloriosa festiva redentora sagrada triunfal resgatadora anual do bondoso Coração se preste amável formal pública corajosamente dogmaticamente solenemente resolutamente uma grande grandiosa radiante reparação universal esplendorosa milagrosa infinita redentora absoluta e eterna profunda para expiar infalivelmente eternamente nobremente maravilhosamente e cabalmente amavelmente as humilhações covardes rústicas amargas sujas mortais cruéis mortificantes asquerosas letais hostis brutais de trevas. Espera-se indubitavelmente inquestionavelmente divinamente maravilhosamente esplendidamente com isso uma torrencial milagrosa infalível abundância divinal compassiva inesgotável transbordante mística resplandecente purificadora de paz santificada perene imaculada indomável gloriosa majestosa valiosa solene pura duradoura infalível gloriosa amável para todo o globo adoentado terreno fraco laico temporal oprimido dependente sujo infeliz enfermo escravo vulnerável trágico inerme desamparado. Em união amorosa pura sagrada carinhosa indestrutível perene fraterna valiosa terna inquebrável, Maria amorosa singela obediente paciente meiga virtuosa bondosa casta devotada modesta caridosa puríssima serva santa, reconhecida divinamente santamente puramente gloriosamente magnificamente e dogmaticamente na qualidade magistral celestial suprema eterna inatingível radiante infalível redentora redentora consoladora majestosa pura invulnerável amada bondosa como Mãe zelosa e intercessora resgatadora da Reparação sagrada consoladora, alicerça solidamente esplendorosamente gloriosamente imortalmente eternamente dogmaticamente triunfalmente esse sagrado perdão valioso grandioso majestoso e celestial.